Talvez você já tenha visto a notícia.

Sob a liderança corrupta e mal-dirigida de Ehud Olmert, Israel está se preparando para dividir o país pela metade — dando a quase totalidade da Judéia e da Samaria para a Autoridade Palestina, os inimigos jurados de tudo o que é bom e decente no mundo.

Esse mais recente “acordo de terra em troca de paz” formará a base de um novo estado palestino.

E o mundo viverá em paz e harmonia para sempre.

Bem, não exatamente.

Aí está o problema fundamental conforme eu, um jornalista cristão árabe-americano e ex-correspondente no Oriente Médio, o vejo: Israel não tem o direito de dar a Terra Prometida de presente, pois aquela terra é a terra santa de Deus — terra que ele entregou aos cuidados do seu povo.

Sei que Olmert não acredita nisso. Sei que bem poucos políticos em Israel acreditam nisso. Sei que a maior parte dos israelenses não acredita nisso. Mas a incredulidade deles não muda a realidade.

Só porque a maioria dos israelenses, e talvez até mesmo a maioria dos judeus no mundo inteiro, tem mentalidade secular e tem consciência de que são o “povo escolhido de Deus”, isso não significa que eles podem pegar a terra que receberam por milagre e jogá-la fora.

Contudo, é exatamente isso que Israel está para fazer. E haverá conseqüências.

Deus ordena que Israel não faça o que está para fazer.

A Terra Prometida não pode ser dividida. Não pode ser vendida ou trocada, de acordo com Ezequiel 48:14. Mas pior, os israelenses estão dando-a de presente para seus inimigos — e, bem francamente, os inimigos de Deus.

Não foi para isso que Deus usou Moisés para abrir o mar Vermelho.

Não foi para isso que ele tirou o povo dele do Egito.

Não foi para isso que ele os tirou do cativeiro várias vezes.

E com certeza ele não realizou seu maior milagre de todos — ajuntando novamente os judeus 2000 anos depois de sua dispersão e recriando a terra esquecida de Israel — para vê-la desperdiçada desse jeito.

Quem diz que o renascimento de Israel é um milagre maior do que o Êxodo?

Deus diz.

Em muitas partes da Bíblia, Deus se revela como Aquele que tirou os filhos de Israel da terra do Egito. É um dos nomes de Deus. É o modo como ele era conhecido para seu povo — por meio de suas obras miraculosas.

Entretanto, Deus diz em Jeremias 23:7-8 que ele será conhecido nos últimos dias pelo milagre de ajuntar de novo os filhos de Israel — um milagre maior do que o Êxodo: “Portanto, eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que nunca mais dirão: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito; Mas: Vive o SENHOR, que fez subir, e que trouxe a geração da casa de Israel da terra do norte, e de todas as terras para onde os tinha arrojado; e habitarão na sua terra”.

Esse milagre ocorreu há 60 anos — e foi maior, aos olhos de Deus, do que a abertura do mar Vermelho, do que o maná do céu, do que a entrega da lei no monte Sinai, do que as muralhas de Jericó se desmoronando.

Isaías profetizou também que Israel renasceria. Ele até predisse que aconteceria num único dia (Isaías 66:7-8). Você conhece alguma outra nação na história do mundo que literalmente nasceu num dia?

Mas era ainda a terra de Deus, diz Jeremias 3:18: “Naqueles dias, andará a casa de Judá com a casa de Israel; e virão, juntas, da terra do Norte, para a terra que dei em herança a vossos pais.”

Não foi a ONU que deu a Terra Prometida para Israel.

Não foi a astúcia militar de Israel que libertou a Terra Prometida.

Não foi o trabalho duro dos sionistas que fez renascer o estado de Israel.

Já estava tudo pré-determinado. Foi tudo obra de Deus. E ele não entregou a terra dele porque ele queria dá-la de presente aos descrentes.

Eu discordo do que Israel está fazendo?

Sim.

Eu acredito que Israel está cometendo um grande mal?

Sim.

Eu acredito que Israel enfrentará horrendas conseqüências como resultado?

Sim.

Mas não importa no que eu creio.

O que importa é o que Deus diz.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Boiolismo islâmico e pederastia Sufi

Eis um elo que pode ligar o Islã com a Nova Ordem gayzista européia.

O misticismo islâmico (Sufismo) da Alta Idade Média foi um dos poucos casos em que uma versão proeminente de uma religião pregava a pederastia como caminho de iluminação espiritual. Há uma vasta literatura que documenta essa aberração.

De acordo com o orientalista Helmut Ritter, a adoração Sufi aos garotos pré-pubescentes persistiu em vários países islâmicos até época recente. A predileção dos Afegãos por meninos dançarinos vestidos de mulher, mostrada no filme The Kite Runner, foi um dos últimos vestígios da prática Sufi que foi intragável até mesmo para os suni e os xiitas.

Hellmut Ritter descreve um costume na Albânia: 50 a 60 pessoas reunidas para contemplar um garoto vestido de mulher (dilber). É sabido que a Albânia foi sede de ordens Sufi e não parece tão improvável que essa prática tenha origem Sufi.

O Sufismo tem uma reputação na cultura pop de ser um ramo mais gentil e ameno do Islã, mas é apenas uma prática mística a respeito da qual o verso bíblico se aplica: “pelos frutos conhecereis a árvore”.

A organização turca do Fethullah Gulen é a maior organização Sufi no mundo e há grande possibilidade de que ele mesmo se torne o próximo “ayatollah turco”.

Suas idéias são bastante parecidas com as idéias da Nova Ordem européia, fazendo alegação de coexistência pacífica, diálogo de civilizações e diálogo ecumênico - ele tem se encontrado com líderes Cristãos, Ortodoxos, Judeus, e até com o Papa.

http://www.prospect-magazine.co.uk/printarticle.php?id=10263
http://www.prospect-magazine.co.uk/article_details.php?id=10273

Diferente do Ocidente Judaico-Cristão, onde o casamento é metáfora do amor de Deus desde o Cantares, a pederastia e homossexualidade foi obrigatória para os poetas-filósofos Sufis da assim chamada “era de ouro” do Islã.

Enquanto no Ocidente haviam núpcias, na Pérsia islâmica havia a pederastia. Poetas clássicos como Hafez e Rumi se ouriçavam com garotos imberbes enquanto seus contemporâneos europeus escreviam sonetos para suas mulheres amadas. A literatura clássica e artes Persa e Árabe estão permeadas de homossexualidade.

http://en.wikipedia.org/wiki/Pederasty_in_the_Islamic_world

Não é por acaso que no Islã há uma coleção de aberrações sexuais:

http://www.iol.co.za/index.php?set_id=1&click_id=84&art_id=nw20080612160000611C151661
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/iraq/2538545/Al-Qaeda-in-Iraq-alienated-by-cucumber-laws-and-brutality.html
http://www.youtube.com/watch?v=yu2YzHY8VIU
http://www.youtube.com/watch?v=c7zmpwfJR4w
http://www.youtube.com/watch?v=gHZDdSh32gk

A Tahrirolvasyleh (Jurisprudência Islâmica) escrita pelo Ayatollah Khomeini, lida com todos os aspectos da vida no Islã, incluindo a pedofilia e a sodomia:
“Um homem pode ter prazer sexual com uma criança tão nova quanto um bebê. Contudo, ele não deve penetrar vaginalmente, mas sodomizar a criança é aceitável. Se um homem penetrar e ferir a criança, ele deverá ser responsável pelo sustento dela por toda sua vida. Essa menina não vai ser contada como uma de suas 4 esposas permanentes e o homem não será eligível para se casar com a irmã dela… É melhor para uma menina se casar nessa época para que ela comece a menstruar na casa de seu marido, em vez da de seu pai. Qualquer pai que casar sua filha nessa idade terá um lugar permanente no paraíso.”
O Tahrirolvasyleh do Ayatollah prossegue dando conselhos sobre como ter sexo com animais, consumir ópio e cannabis, como limpar seu ânus e disciplinar sua esposa, além dos procedimentos em caso de consumo de álcool e carne suína por engano.

Alguns apologistas alegam que a prática Sufi de “contemplação dos imberbes” (Nazar ila’l-murd) seria um exercício espiritual de castidade, mas um provérbio egípcio adverte: “Na casa de seu pai, a castidade de um menino está segura, mas deixe-o se tornar um dervixe (adepto do Sufismo) e os sodomitas farão fila atrás dele”.

A poesia de Hafez chega a ser doentia: “O meu querido é uma beldade e uma criança, e eu temo que em brincadeira um dia ele me mate miseravelmente e ele não será responsabilizado em acordo com a lei santa. Eu tenho um ídolo de quatorze anos, doce e ágil, para o qual a lua cheia é um escravo voluntário. Seus lábios doces ainda têm o aroma do leite, mesmo que o aspecto de seus olhos negros pingue sangue. (Divan, no 284)”

Ehsan Yar-Shater escreveu que, via de regra, o ser amado na poesia Persa medieval não era uma mulher, mas um rapaz. Nos primeiros séculos do Islã, os ataques renderam muitos jovens escravos, que eram comprados, dados como presente, servindo como empregados, soldados, guarda-costas, mordomos, músicos e companheiros. Era a paixão a esses jovens o tema da literatura e poesia Persa.

A pedofilia Sufi não pode ser atribuída às práticas tribais que o Islã incorporou, como a mutilação genital feminina. Embora algumas autoridades muçulmanas defendam essa prática porque estaria no Hadith, eles jamais alegaram que isso seria um caminho para a iluminação.

O Sufismo, explicado em vocabulário de Nova Era, busca a “unidade com o universo através de exercícios espirituais que levam a consciência individual a se dissolver no cosmos”.

Não é à toa que guenonianos defendem a patacoada do Advaita Vedanta e o niilismo barato do não-ser: a destruição da individualidade de modo que, em teoria, o sujeito se dissolveria no todo.

Nada mais narcisista que a “contemplação do cosmos”, pois se o sujeito se torna “um com o cosmos”, o que o sujeito ama no tal do cosmos será apenas uma imagem idealizada dele mesmo - e a homossexualidade pedófila, conforme explicada por psiquiatras desde Freud, é uma expressão de narcisismo: um adulto pervertido sente amor por uma imagem de si mesmo idealizada e cheia de juventude.

Ao contrário do Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o cosmos é um objeto, uma coisa fácil de aceitar e adorar, afinal o universo não é ninguém em particular, e aqueles que buscam integrar sua consciência com ninguém em particular, no final, acabam sozinhos consigo mesmos. Adoram o cosmos e se adoram; adoram a si mesmos e acabarão adorando uma auto-imagem idealizada.

Como dizia Rumi, um dos mais propalados poetas-filósofos Sufi: “Por que deveria eu buscar? Eu sou o mesmo que Ele. Sua essência fala através de mim. Eu tenho buscado por mim mesmo!”

É uma lavagem cerebral de livro de auto-ajuda que dilui tudo numa espécie de Nova Era pop: “deus está por toda a parte e tudo o que eu tenho que fazer é olhar para dentro de mim mesmo”.

Assim, o amor ao cosmos se reduz à idolatria de si mesmo, algo radicalmente diferente do amor de Jeová, ou de Jesus, que são pessoas distintas com personalidade, ainda que incompreensíveis em sua totalidade. Deus é conhecido pela humanidade através de revelação, e auto-revelação através de Seu amor. O Deus revelado busca o amor da humanidade como um outro e a revelação não assegura que Ele estava em nossos corações o tempo todo. Nem sempre é uma experiência confortável, é algo que quebranta, consome e transforma - mas não nos dissolve em uma sopa rala cósmica. Ao contrário, mantém a individualidade.

Para Cristãos e Judeus, Deus se revela como tendo uma personalidade, e através de atos de amor como o Êxodo e a Ressurreição.

Não existem tais eventos no Islã. Allah não se revela, nem desce à terra; em vez disso, ele supostamente manda manuais de instrução como o Corão e permanece desconhecido e, na verdade, indistinguível da natureza. Seria uma entidade absolutamente transcedental diante da qual os seres humanos seriam reduzidos à insignificância niilista e dos quais é exigida um contorcionismo espiritual.

Homens e mulheres são tão diferentes que a experiência do amor heterossexual é análoga ao encontro espiritual com o Outro divino. Como descrito nos Cantares de Salomão:
“Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo;”

O amor do noivo pela noiva não é a mesma coisa que o amor de Deus por seus santos, mas o amor “forte como a morte” e que une homem e mulher é análogo ao encontro com o Outro na pessoa de Deus.

A experiência do amor divino se reflete no amor de homens e mulheres e suas crianças, que é o fundamento da sociedade, algo que a união gay tenta ameaçar.

É óbvio que essa ameaça pederasta também ataca no Ocidente e tem até causado uma crise na Igreja Católica.

Esse desvio do comportamento sexual provavelmente está associado com o afastamento da fé no Deus pessoal, em Jesus, que viveu na terra, foi crucificado e ressuscitou, que é preterido por um tipo de “espiritualidade” vaga e adocicada como a existente no Sufismo.

É um narcisismo de origem espiritual que se manifesta como narcisismo sexual.

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baseado no artigo de Spengler: Sufismo, sodomia e Satanás
http://atimes.com/atimes/Middle_East/JH12Ak03.html

A transmissão de duas telenovelas turcas - Nour (”luz” em árabe e também um nome próprio) e Sanawat Ad-Dayaa (Anos de Perdas, em tradução livre) - está causando polêmica no mundo árabe e provocando até desentendimentos entre maridos e esposas.

Na Arábia Saudita, os jornais dizem que muitos casais estariam pedindo divórcio depois que o galã de uma delas começou a virar a cabeça das mulheres e a enfurecer os maridos.

Segundo o jornal Saudi Gazette, o pivô da discórdia seria o protagonista de Nour, vivido pelo galã turco Kivanç Tatlitu (um Justin Timberlake melhorado, segundo a imprensa saudita), que cativou os corações femininos por ser um marido dedicado e ao mesmo tempo romântico.

“Ao comparar seus maridos com o personagem, muitas mulheres estão pedindo o fim de seus casamentos”, diz o jornal.

Ainda segundo o diário, muitos maridos, por sua vez, estão entrando com pedido de divórcio após encontrar fotos do ator nos telefones celulares e nos pertences de suas esposas.

Eles ainda argumentam que suas mulheres não cumprem mais com as obrigações domésticas para assistir à novela.

O Saudi Gazette relata ainda o caso de uma fazendeira que se desfez de seu rebanho de ovelhas “para poder ser concentrar totalmente nas novelas e não precisar cuidar dos animais regularmente”.

Sucesso

Nour e Sanawat Ad-Dayaa foram um fracasso de público quando transmitidas pela primeira vez, na Turquia, em 2005.

Mas, desde que começaram a ser transmitidas em vários países árabes, há quatro meses, as produções têm atraído milhões de telespectadores todos os dias.

Segundo o canal árabe MBC, que transmite as produções na Arábia Saudita, diariamente entre três e quatro milhões de pessoas assistem às novelas, o equivalente a um em cada sete habitantes do país.

Tanto furor levou a maior autoridade religiosa saudita, Abdul Aziz al Sheikh, a classificar novelas como “antiislâmicas”.
Mas a imprensa saudita afirma que a condenação não deve causar quedas de audiência. Segundo a rede MBC, entre três e quatro milhões de pessoas assistem às novelas apenas na Arábia Saudita. Isso significaria um em cada sete habitantes do país.

“Não existem medições oficiais de audiência em outros países árabes além da Arábia Saudita, mas aqui no Egito, uma em cada três pessoas com que falei assiste à novela todos os dias”, afirma a jornalista Samira Salah Ahmed.

Para ela, o sucesso das produções no mundo árabe – milhares de pessoas, por exemplo, foram saudar o elenco de Nour quando ele visitou recentemente a cidade de Dubai, nos Emirados Árabes – se deve em parte por ser uma minissérie que expõe problemas típicos de sociedades muçulmanas.

“Nos identificamos mais com elas (as novelas) do que, por exemplo, (a série americana) Desperate Housewives”, afirma ela.

Dublagem

Quem parece estar lucrando com tanta popularidade é a Turquia.

O diplomata turco Yasin Temizkayn é citado pelo Saudi Gazette dizendo que o país espera a visita de cerca de 100 mil turistas sauditas este ano, um aumento de mais de 100% em relação ao ano passado.

As tramas das novelas não são inovadoras, retratando dramas e personagens que vivem dilemas como se dedicar a obrigações familiares ou se corromper em distrações amorosas.

Entretanto, um dos motivos apontados para o sucesso é a dublagem. O mundo árabe costuma consumir novelas de outros países, especialmente latino-americanas, dubladas em árabe clássico.

Já as duas produções turcas foram dubladas em uma linguagem mais coloquial, o dialeto sírio-árabe, falado pelas pessoas comuns.

Islã censura a história

Não é de hoje que o Islã vem exercendo seu poder sobre o Ocidente. Começou em 1988 com a censura ao livro Os Versos Satânicos, de Salman Rushdie - e a condenação do autor à morte por uma fatwa do aiatolá Khomeiny - continuou com o assassinato do cineasta holandês Theo van Gogh, em 2004, avançou com a condenação às charges sobre Maomé de um jornal dinamarquês em 2005 e já está contaminando o universo jurídico, a ponto de a França ter anulado o casamento entre dois muçulmanos, há dois meses, ante o argumento do marido que sua mulher não era virgem conforme afirmara. Imagine se um francês alegasse isso. Seria tido como insano.

Agora é o Reino Unido que se dobra aos muçulmanos. A prestigiosa editora Random House decidiu não publicar o livro The jewel of Medina, primeira novela da jornalista Sherry Jones, sobre a qual já estava programada uma campanha publicitária em oito cidades. Motivo? O livro trata da vida de Aisha, uma das quinze mulheres de Maomé, que se tornou sua noiva aos seis anos de idade e teria sido deflorada aos nove. Neste Ocidente que denuncia a pedofilia, esta menção em nada prestigia o profeta. No que vai muito de hipocrisia, afinal Maria teria 13 anos quando concebeu o Cristo. A crer-se no relato bíblico, o filho não era de José. Ou seja, o pedófilo era o Paráclito, o Espírito Santo.

Thomas Perry, editor-adjunto da Random House, declarou que a empresa havia recebido a advertência de que a publicação poderia ser ofensiva não só junto à comunidade islâmica, mas que também poderia incitar atos violentos da parte de um pequeno segmento radical. Então não se publica mais o livro.

O Islã, na Europa, não está apenas censurando um livro. Está censurando a História.

Ficha suja do profeta

O profeta da paz 624: Razia a Meca, pilhagem e prisioneiros feitos.
624: Depois da vitória em Badr, inicia-se a eliminação dos judeus;
624: Decapitação do poeta Kab been Al Ashraf, em Medina, opositor de Maomé;
624: Batalha de Badr, Maomé na cidade de Oqba: “prometi a Deus que se te apanho fora de Meca, corto-te a cabeça”.
624:Batalha de Badr: Abou Bakr a Maomé: “os infiéis serão exterminados do mundo”;
624: Batalha de Badr, derrota dos infiéis: “os muçulmanos matarão a golpe de sabre e farão prisioneiros”;
624: Batalha de Badr: Maomé aos seus homens: “se algum de vós encontrar o Djahl, cortem-lhe a cabeça e tragam-na até mim”;
624: Revelação de Maomé: “não foi concedido o direito a um profeta de fazer prisioneiros sem que lhe tenha sido dado o direito de fazer grandes massacres por todo o mundo”;
624: Decapitação do poeta Kab ben Asraf, crítico de Maomé;
624: Decapitação de dois poetas críticos anónimos, depois da batalha de Badr;
624:Depois da batalha de Badr: “ o vosso lugar, assim como o dos vossos filhos, é o inferno, e se não vos converteis, matá-los-ei”;
625: Expulsão do clã judeu de Al Nadir. Submissão duma tribo judia (Banul-Nadir).
625: Destruição do ídolo Oubal [1]
626: Massacre dos judeus Beni Khazradj, partilha dos seus bens e as famílias judias reduzidas à escravatura;
626: Expedição contra os judeus Beni Qoraizha, insultados por Maomé: “Vós, macacos e porcos…”;

626: Massacre de 700 judeus em Beni Qoraïzha, amarrados durante três dias e depois enforcados, crianças incluídas;
626: Assassínio do poeta judeu Kab, chefe do clã Beni Nadhir, e da sua mulher, que tinham ridicularizado Maomé;
626: Expedição contra os judeus de Kaihbar;
626:Assassínio do judeu Sallam Abou Rafi, por ordem de Maomé;
626:Tentativa de assassínio de Abou Sofyan, por ordem de Maomé;
626: Maomé manda cortar as palmeiras do oásis dos judeus Beni Nadhir;
626: Maomé faz cativa uma mulher judia muito bela de entre o clã Beni Qoraizha, como parte do espólio de guerra;
627:Massacre do clã judeu Qurayza em Medina;
627: Inicio do ataque sistemático a outras tribos árabes;
627:Agressão à tribo Bani Moustalik;
628: Maomé aos judeus Beni Qainoqa: “Se não vos converteis ao Islão, declaro-vos a guerra”;
628: Rapto de mulheres e crianças da tribo Moshjarik;
628: Ataque aos judeus de Khaïbar, tortura e prisioneiros;
628: Tomada do oásis judeu de Fadak, tornando-o um bem pessoal de Maomé;
628: Submissão dos judeus de Wadil Qora;
629: Destruição dos ídolos de d’Allat, Manat e Al Uzza, na Arábia;

630:Tomada de Meca; 30 execuções sumárias;
630: Primeira incursão militar contra a Pérsia em Tabuk;
630: Batalha de Honaïn, contra os beduínos;
630: Submissão dos judeus e cristãos de Makna, Eilat, Jarba;
630: Decapitação, em Meca, do apóstata Abdallah ibn Abou Sahr;
630: Decapitação, em Meca, do poeta satírico Abdallah ibn Khatal;
630: Decapitação em Meca de Howairith ibn Noqaïd;
630: Condenação à morte, em Meca, de Ikrima, em fuga;
630: Condenação à morte, em Meca, de Cafwan ibn Ommayya, em fuga;
630: Condenação à morte, em Meca, de Hind, mulher de Abou Sofyan, em fuga;
630: Execução em Meca de Sara, uma escrava judia cativa;
630: Execução em Meca de Qariba, uma cantora e artista;
630: Execução em Meca de Fartana, uma cantora que ridicularizou Maomé;
630: Destruição de um ídolo de Hubal situado no Kaaba;
630: Maomé ao seu inimigo Cafwan: “tens que escolher entre o Islão ou ficares sem a cabeça”;
630: Massacre da tribo Beni Djadsimaa;
630: Arranque das vinhas na Arábia;
630: Batalha de Houynan contra as tribos hawazitas;
630: Morte de Dubayya, sacerdote de Al Uzza;
631: Ataque à cidade bizantina de Tabouk, submissão dos cristãos e tributo.

Nasrallah. Você se atreve em falar de justiça? Se houvesse alguma justiça neste país, você teria sido o primeiro a ser executado.

Estamos cansados da guerra aberta com Israel sob falsos slogans, ao serviço do regime sírio e iraniano ao império.

Na minha opinião, é impossível a coexistência com o Hezbollah.

O Hezbollah, recebe as ordens do imoral Irã - Ahmadinejad e todos os outros … Nós vemos a ditadura do Mullah iraniano contra os reformistas. isso tudo passa pela Síria, onde há um homem e um regime que não reconhecem Líbano ou da sua identidade. Na minha opinião, não temos escolha, mas para chegar a uma fórmula que diz: Mantenha suas armas, sua cultura, seus meios de comunicação social, bem como as áreas que você controle, mas deixem-nos viver nossa vida.

Quando Hassan Nasrallah fala de destruir os Judeus, ele não esta apenas ameaçando os judeus. Ele está ameaçando-nos também e a todo o Líbano!

Decapitados e decapitadores

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial), 22 de julho de 2008

Num seriado da TV estatal britânica BBC, uma organização cristã “de extrema-direita”, com nome sutilmente racista (White Wings, “Asas Brancas”), decapita um inocente muçulmano “politicamente moderado”, sob o pretexto – oh, quão paranóico! – de que a tradição cristã do Reino Unido está sob ameaça.

Não sei precisamente a quantidade de cabeças cristãs que têm rolado no mundo islâmico nos últimos anos – várias dúzias, até onde acompanhei o noticiário –, mas sei o número exato de muçulmanos decapitados pelos cristãos, fundamentalistas ou não, no Ocidente ou no Oriente: zero.

Quando uma TV estatal decide chamar os decapitados de decapitadores, atribuir a eles o fanatismo sangrento daqueles que os matam e ainda acusá-los de paranóicos quando se sentem ameaçados, uma coisa é clara: o proprietário dessa TV está em guerra contra a religião dessas pessoas e, na ânsia de extingui-la, não se vexa de recorrer à calúnia deliberada e cínica. Quando esse próprietário é o governo de uma das nações mais poderosas do mundo, o risco que a comunidade visada está exposto não é nada pequeno. É pelo menos tão grande quanto a imaginária “White Wings” diz que é.

Semanas antes, quase ao mesmo tempo que o governo britânico legalizava a poligamia e autoridades judiciais proclamavam que a implantação da lei islâmica no Reino Unido era apenas uma questão de tempo, a BBC havia proibido seus redatores de usar o termo “ditador” para referir-se ao falecido Saddam Hussein, aquela gentil criatura que consolidou seu poder presidencial matando os deputados de oposição e depois espalhou cemitérios clandestinos por todo o Iraque, preenchendo as valas comuns com centenas de milhares de rebeldes e indesejáveis em geral.

Simultaneamente, uma pesquisa do American Textbook Council (v. www.worldnetdaily.com/index.php?pageId=63872) mostrou que os livros de História distribuídos na rede de escolas públicas dos EUA são francamente pró-islâmicos, enquanto toda expressão pró-cristã é ali cada vez mais desestimulada e reprimida sob todas as formas, incluindo expulsão, prisão e estágios obrigatórios de “reeducação da sensitividade”.

Também quase ao mesmo tempo, a Suprema Corte dos EUA concede aos terroristas islâmicos presos em território estrangeiros os mesmos direitos dos cidadãos americanos, enquanto a grande mídia e os megabilionários globalistas conjugam esforços para eleger presidente dos EUA um muçulmano (relativamente) enrustido.

Mas, é claro, só um fanático militante da “White Wings” veria em tudo isso uma convergência entre os três grandes projetos de dominação mundial – o metacapitalista, o comunista e o islâmico – num esforço comum de realizar a velha meta do filósofo marxista Georg Lukács: destruir a civilização judaico-cristã.

“Judaico-cristã” não é só um modo de dizer. A guerra não é só contra os cristãos: a BBC tanto demonizou Israel que o governo de Tel-Aviv decidiu vetar a entrada de representantes dessa emissora nas entrevistas coletivas oficiais. Claro: de que adianta contar tudo a repórteres que depois escrevem o contrário? De que adianta mostrar-lhes dezenas de bombas lançadas diariamente contra Israel se depois eles vão pintar toda e qualquer reação israelense, mesmo desproporcionalmente modesta, como se fosse uma iniciativa isolada, sem motivo, inspirada pela pura brutalidade?

Estatuto de Homem Inferior

Após a rápida expansão islâmica no século 7, foi necessário para os líderes muçulmanos elaborar um método de conduta dos não-muçulmanos, os quais perduraram como maioria em muitas áreas por séculos. A solução foi desenvolver a noção de “dhimma”, ou “proteger as pessoas”. O dhimmi foi elaborado para que [os não-muçulmanos] pagassem um imposto extra, embora usualmente eles estivessem em paz. Isso se parece muito com o tratamento que os não-cristãos receberam na Europa Cristã. O pacto de Umar é admitido como sendo o acordo de paz proposto pelo Califa Umar aos cristãos da Síria, um “pacto” que criou o discurso de interação tardia [entre ambas as partes].

Ouvimos de ‘Abd al-Rahman ibn Ghanam (morto em 78/697) que segue: Quando Umar ibn Khattab, que Allah esteja contente com ele, concedeu uma [ligeira] paz aos cristãos da Síria, escrevemos pra ele o seguinte:

Em nome de Allah, o Misericordioso e Compassivo. Esta é a carta do servo de Allah, Umar (ibn al-Khattab), comandante do Fiel, vindo dos cristãos de tal cidade. Quando vocês [não-muçulmanos] vieram contra nós [muçulmanos], nós convidamos vocês [não muçulmanos] para uma conduta de segurança (aman) para conosco, nossos descendentes, nossas propriedades, e o povo da nossa comunidade, e nós empreendemos as seguintes obrigações a vocês:

Nós [não-muçulmanos] não construiremos em nossas cidades ou em nossa vizinhança novos monastérios, igrejas, conventos, células de mosteiros, nem repararemos, quer de dia ou de noite, qualquer deles que estiverem em ruínas ou que estiverem nos quarteirões dos muçulmanos.

Nós [não-muçulmanos] resguardaremos nossos largos portões abertos para os caminhantes e viajantes. Daremos refeições pagas e alojamento temporário para todo muçulmano que passar por nossos caminhos por três dias.

Nós [não-muçulmanos] não daremos abrigo em nossas igrejas ou em nossas residências a nenhum espião, nem iremos tolerá-lo entre os muçulmanos.

Nós [não-muçulmanos] não ensinaremos o Alcorão a nossas crianças.

Nós [não-muçulmanos] não manifestaremos nossa religião publicamente nem converteremos ninguém a ela. [Mas] não vamos impedir que qualquer parente nosso entre no islã se eles desejarem.

Nós [não-muçulmanos] mostraremos respeito para com os muçulmanos, e nós nos levantaremos de nossas assentos quando eles desejarem sentar.

Nós [não-muçulmanos] não buscaremos ser parecidos com os muçulmanos imitando suas vestimentas: o qalansuwa, o turbante, a sandália, ou o partir do cabelo. Não falaremos como eles falam e não adotaremos suas kunyas.

Nós [não-muçulmanos] não cavalgaremos em selas, nem cingiremos espadas, nem conduziremos qualquer tipo de armas, nem andaremos armados

Nós [não-muçulmanos] não vamos burilar inscrições em árabe nos nossos selos

Nós [não-muçulmanos] não venderemos bebida fermentada.

Nós [não-muçulmanos] não tosquiaremos a fronte de nossas cabeças.

Nós [não-muçulmanos] nos vestiremos sempre da mesma maneira em qualquer parte que estivermos, e carregaremos o zunar em torno de nossa cintura

Nós não mostraremos nossas cruzes ou nossas Bíblias nas ruas ou mercados muçulmanos. Nós usaremos apenas sinos bem suaves em nossas igrejas. Nós não levantaremos nossas vozes quando conduzindo nossos mortos [em um velório]. Nós não mostraremos nossas luzes [p.ex. de natal] em qualquer das ruas dos muçulmanos ou em seus mercados. Nós não sepultaremos nossos mortos perto dos muçulmanos.

Nós não pegaremos escravos que tenham se associado com muçulmanos.

Nós não construiremos casas que se excedam às casas dos muçulmanos.

(Quando eu trousse a carta para Umar, que Allah esteja satisfeito com ele, ele adicionou, “nós não atacaremos um muçulmano”)

Nós aceitamos essas condições para nós mesmos e para o povo de nossa comunidade, e em retorno nós recebemos proteção.

Se nós violarmos qualquer uma dessas incumbências pelas quais nós sustentamos firmemente para nós mesmos, pagaremos com multa nosso acordo (dhimma), e nos tornaremos sujeitos às penalidades por nossa rebeldia e sedição.

Umar ibn al-Khittab respondeu: Cante o que eles pediram, mas adicione outras clausuras e imponha essas duas coisas além do que eles se comprometeram: “Eles não comprarão nenhuma pessoa feita prisioneiro pelos muçulmanos” e “Qualquer que atacar um muçulmano intencionalmente perderá por confisco as proteções deste pacto”.

De Al-Turtushi, Siraj al-Muluk, pp. 229-230.

[Este texto foi extraído da Classe de História Islâmica na Universidade de Edimburgo (University of Edinburgh) em 1979. Fonte de tradução não concedida]

Um pouco de humor

Num banco de praça um velho judeu lê um jornal muçulmano. Outro judeu se aproxima e lhe diz indignado: “Por que você está lendo esta porcaria em vez de ler um jornal judaico?”
O primeiro responde: “Os jornais judaicos só publicam reportagens sobre anti-semitismo, terrorismo em Israel, problemas e mais problemas do povo judeu no mundo inteiro. Este jornal aqui, não. Diz que os judeus estão abarrotados de dinheiro, que os judeus controlam os bancos, que controlam a mídia, que controlam Hollywood… Muito melhor ler boas notícias!”

Parada Gay até no Irã

Elogios ao Islam

Para variar este artigo tratará dos pontos positivos do Islam. Apesar de não gostar desta ordem social chamada Islam a qual dizem ser uma religião, hoje tratarei de seus pontos positivos a qual eu enumerei alguns em uma lista.

1º O Islam permitiu a universalidade do direito a vida, em inúmeros dos povos conquistados pelos muçulmanos o direito a vida não era um direito universal, em muitos destes o guerreiro mais forte poderia condenar o idoso ou invalido a morte, tal como faziam os nazistas. Os muçulmanos proibiram que se continuasse a matar mulheres deliberadamente assim que nascessem, era habito das culturas pré islâmicas enterrar as mulheres vivas assim que nasciam, pois desejavam homens e as mulheres eram consideradas inconvenientes.

O Islam quase que eliminou completamente os abortos onde se instalou a quantidade de assassinatos causados por aborto sem duvida nenhuma é maior que todos os genocídios da historia.

De nada adianta lhe garantirem todos os outros direitos se você não tem o direito à vida. Se uma cultura não respeita a universalidade do direito a vida esta cultura sem duvida deve ser destruída ou adaptada, e muito bem fizeram a Igreja e o Islam ao destruir culturas deste tipo.

O mais duro de tudo é ver que a nossa cultura ocidental esta chegando a barbárie, ao negar a universalidade do direito a vida, permitindo o aborto,  eutanásia,  pesquisa com células tronco, etc … Isso acontece justamente por conta de que nossa sociedade esta abandonando suas bases cristãs, e não somente as bases cristãs, mas todas elas, o direito romano e a filosofia grega.  Os pilares de nossas sociedades esta ruindo, e quando ruírem completamente o que restará é o caos e o caos não se sustenta, alguma ordem terá de vir, e restará apenas duas opções voltarem ao cristianismo ou ir ao Islamismo.

2º O Islam é hierárquico, isso é primordial para uma sociedade.  Todo universo é criado em hierarquia, uns devem governar, outros serem governados. Uns devem ser programadores outros médicos, outros lixeiros. 

E a desigualdade em alguns casos é fruto de direitos, pois não é justo que o vadio tenha tanto direito quanto o trabalhador, o santo tenha tanto direito ao pecador, o ignorante tenha tanto direito quanto o sábio, o pai tenha tanto direito quanto o filho.

Uns necessitam ser ricos, outros que sejam pobres.

Sem ordem hierárquica, se instalaria o caos.

Pois quanto mais evoluída se torna uma pessoa mais ela se torna desigual em relação aos outros, por exemplo, um medico é muito diferente de um engenheiro, um engenheiro é muito diferente de um faxineiro.

Quais são as coisas mais semelhantes? São justamente as coisas mais inferiores, por exemplo uma pedra pouco se deferência de outra, pois uma pedra é algo de mais inferior no mundo. Eis que dois homens são muito diferentes entre si pois eles são muito mais “evoluídos”, que pedras.

A igualdade só é possíveis nos mais baixos graus, exatamente por isso que nas nações comunistas só conseguiram igualdade econômica igualando todos na miséria.

 

3º O Islam protege a si mesmo, o islam possui recursos de auto proteção, completamente diferente do liberalismo tão comum nos dias de hoje.

todos os movimentos totalitários dos dois últimos séculos da história ocidental nasceram do liberalismo dessa época. Há uma linha reta que liga Rousseau a Hitler - uma linha que abrange Robespierre, Marx e Stalin. Todos surgiram da falência do liberalismo racional de suas épocas.”

O Liberalismo leva a um idividualismo e a destruição das formas de poder intermediarias  por isso é dito pelo Cardeal Billot:

sobre as mónadas desagregadas e dissociadas, introduzidas pelo individualismo,  nada pode já  permanecera não ser aquele  ingente colosso do Estado onívoro, o qual, tendo destruído toda organização e autonomia inferiores, absorve em si toda força, todo o poder, todo direito, toda autoridade, e se converte no único administrador, procurador, instituidor, preceptor, educador e tutor, enquanto espera converter-se também no único proprietário e  possuidor.”

 

Exatamente por isso que o liberalismo é o pai das ditaduras totalitárias.

Apesar de  quando comparamos isso ao Islam não quer dizer muita coisa, pois regime Islâmico sempre levou indubitavelmente a tirania, entretanto  aquele ponto é um ponto que deveríamos re-aprender com os muçulmanos que á defesa da própria sociedade. Coisa que parece esquecida no já a muito tempo no Ocidente.

 

3º O Islam possui leis duras, que indubitavelmente levam a baixos índices de criminalidade, apesar de muitas leis serem injustas como a pena de morte para que abandone o Islam ou para homossexuais.

A muitas leis boas,  como punir com chibatadas crimes leves e com pena de morte crimes mais graves como assassinatos,  trafico de drogas, etc …

Sem duvida se tivéssemos leis semelhantes não teríamos como temos hoje  muito mais de 50 mil assassinatos anualmente e a mais completa impunidade.

Islam - Converter pela mentira

Se existe uma religião que recorre à mentira compulsiva para apanhar fieis, essa religião é o Islão. Esta é uma pequena compilação das mentiras mais usadas (provavelmente já viram algumas nos media):

Por favor notem, este artigo expressa o que o Islão é realmente, baseia-se naquilo que os seus livros dizem, não acções de Muçulmanos. Na verdade encontro muitos Muçulmanos a acreditar nessas “mentiras” e a colocá-las em práticas (o que, diga-se, é bom).

Mentira #1 - Islão quer dizer paz

Isto é uma meia-verdade, mas uma meia-verdade é uma mentira completa. Islão deriva da palavra mãe Arábica SÁLÁMA que contêm as seguintes 5 palavras:

Rendição, Submissão, Obediência, Pureza/Sinceridade e Paz

ou em termos gerais “Paz por submissão”, aquilo a que os romanos chamavam uma PAX ou em termos mais simples é como um brigão dizer que não o ataca se fizer o que ele quer. Isto não “paz” nenhuma.

Mentira #2 - Cristo é um profeta do Islão

Mais uma meia-verdade, o Islão refere Cristo, ou Iça como eles lhe chamam, como sendo um profeta… mas nada mais, a única parte que merece especial atenção no Islão em relação a Cristo é em dizer que ele não filho de Deus e nem as doutrinas de Maomé são compatíveis com as de Cristo. Portanto, porque é que eles dizem que Cristo é um profeta se não ligam minimamente aos ensinamentos de Cristo?

Mentira #3 - Alá quer dizer Deus

Sim, quer dizer… em Aramaico. O problema é que Maomé não falava Aramaico, Ala em aramaico é apenas uma designação generica para entidade, ao passo que no Arábe Alá é o nome Proprio do deus Lua, mesmo que através de um sincretismo religioso evidente Maomé disse se tratar do mesmo Deus do cristianismo.

Mentira #4 - O Islão permite o pensamento livre

O Islão é uma religião… nenhuma religião o permite.

Mentira #5 - O Islão é Universal

Não, foi criado no Médio Oriente e reflecte muito a vida no VII Século dessa região do globo. Mesmo nos ensinamentos de Maomé é recorrente as referências a camelos e fauna daquela região. Na verdade o Islam pretende subjulgar todas as culturas do mundo em detrimento a sua.

Mentira #6 - O Islão é igualitário

Esta é uma grande mentira, o Islão é baseado e suporta muitos tipos de hierarquias com altos níveis de discriminação e escravatura.

Mentira #7 - O Islão não é racista

Maomé era, ele compara as cabeças de pessoas de raça negra a uvas passas. Também o Islão faz questão em que se saiba que Maomé era de raça branca.

Mentira #8 - Pode experimentar o Islão e se não gostar pode sair

A pena para quem abandonar o Islão é a morte.

Mentira #9 - O Islão permite que Cristãos e Judeus vivam livremente em territórios controlados por Muçulmanos

Não, não permite. Permite a sua permanência mediante pagamento de um imposto especial e cortes significativos nos seus direitos. São na realidade os predecessores das ideias de Hitler para os Judeus, forçando estes, prática muito comum aqui durante a ocupação Muçulmana da Península Ibérica, a utilizar distintivos amarelos (Judeu) ou azuis (Cristão).

Mentira #10 - Os impostos seriam mais baixos com o Islão

Sim… só podem 10% (20% para não-Muçulmanos), o problema é que esses 10 ou 20% são destinados à religião, não para benefício público ou infraestruturas.

Mentira #11 - Islão é caridade

É um dos 5 pilares do Islão, é verdade… mas a caridade de um Muçulmano apenas pode ser direccionada a outro Muçulmano. Para que um Muçulmano possa ajudar um não-Muçulmano este último tem que se converter (ou morrer à fome). Isto não é caridade, é tirar proveito da miséria alheia.

Além destas mentiras, existem também as “mentiras invertidas”, coisas que os Muçulmanos dizem estar nos seus livros, mas que não estão, a saber:

Mentira invertida #1 - Não se pode desenhar Maomé

Essa regra não se encontra em lado nenhum.

Mentira invertida #2 - Meca é um lugar santo e deve-se rezar apontando para lá

Não, não é e não, não deve. Maomé amaldiçoou todos os que faziam dos túmulos dos seus profetas locais de culto. Portanto porquê fazê-lo do seu próprio túmulo?

Islam Cultura Superior ?

Há uma mentira que contamina nossos textos de História: uma mentira que rebaixa à cultura ocidental à categoria de aberração, e que pinta ao Islã como O Sol que brilha sobre Occidente. Sim, refiro-me à visão de nossos historiadores sobre a Idade Média, a cultura islâmica, e o suposto renascimento andalusí.

Não de repente ocorreu que todo os islâmicos eram melhores que os ocidentais durante a Idade Média (não falta quem o amplia ao presente, mas isso já é engraçado): sua religião, mais coerente; sua cultura, mais rica; suas matematicas, mais avançadas; seus políticos mais civilizados; sua sociedade mais refinada…. Mas o leitor crítico se perguntará de imediato: como é possível que uma civilização tão avançada cheguei a ser o que é agora, isto é, um mar de analfabetos que a única coisa que sabem é falar é do Alcorão, cuja única fonte legal é a Sharía, que não aceita a liberdade de expressão nem de culto.

E por outro lado, como explicam estes historiadores da dhimmitude que os bárbaros e selvagens ocidentais tenham construído uma das civilizações mais refinadas, que além de ter tudo o que a outra não tem, desenvolveu a Ciência e a Filosofia mais do que nenhuma outra, que pôde atingir um progresso material muito maior…

Porque os mentirosos, que nunca faltam, têm feito da História uma Historieta, uma simplificação, e disseram que com as “hordas bárbaras” se lhe pôs repentino termo a todas as manifestações da cultura ocidental, que ficou sumida na ignorância até que os bons e cultos e refinados e civilizados sarracenos invadiram suas terras e os escravisarem. (Suponho que por culturizar entenderão os senhores por submeter ao estatuto de homem inferior, por transmitir sabedoria entenderão cobrar impostos, que por ensinar entenderão submeter à Sharía…)

Mas as duas caricaturas das que se vale esta simplificação são falsidades, e isso tratarei de explicar neste artigo, isto é, primeiro: no Ocidente cristão, ainda que tinham mudado as condições políticas, não se tinha perdido a cultura clássica nem tínhamos caído na mais completa obscuridade, e segundo: não existiu esse reino das Mil e Uma Noites que os historiadores dhimi quiseram construir desde as areias do deserto, e o mito em realidade se derruba tão fácil como um castelo de areia…

A queda do império Romano do Ocidente, segundo a história tradicional, teria tido conseqüências catastróficas: um retrocesso cultural, econômico e político, que se estendeu até os séculos VIII ou IX (Oh! coincidência, quando chegam os irmãos muçulmanos….) No entanto, é ilusório crer que pelas invasões de bárbaros, que em grande parte já estavam “romanizados”, destruísse-se tão radicalmente a cultura que existia. Ainda que sem dúvida teve uma mudança, não foi substancial: inclusive se conservaram a maioria das instituições e tradições que existiam com anterioridade.

Qualquer um poderá conferir a história de Teodorico o Grande, e dar-se conta de que não era por nada um incivilizado. Quando se proclamou rei de Itália, conservou as instituições como o Senado, e se fez assessorar por conselheiros latinos como Boecio e Casiodoro. Teve um ideal tão “ocidental” como foi reconstruir o império Romano de Occidente, incentivou o comércio, e fez de Ravena uma capital cultural.

E se é verdade que toda a filosofia ocidental se tinha perdido na parte Ocidental do império até que nossos amigos sarracenos a trouxeram de volta: alguém me pode explicar como o fez o mesmo Boecio para estudar filosofia em Atenas e para ler a Aristóteles… é lógico que se os árabes iniciaram uma conquista frenética e tomaram em seu poder as grandes bibliotecas do mundo (a de Alexandria inclusa….) tivessem algum volume de Aristóteles ausente na coleção cristã, e a chegada posterior dessas novidades “” pôde acordar novamente o interesse pelo Estagirita, mas daí a dizer que não cnocíamos a Aristóteles até que chegaram os árabes, é muito…

Pelo demais, Em que minuto exato perdemos a filosofia? Porque eu a vejo muito viva no ano 400, quando Santo Agostinho se baseava em Platão para encontrar a verdadeira natureza de Deus? Talvez os Papas e teólogos posteriores se baseavam em Atila, em Alarico, ou não será mais provável do que eles também seguissem conferindo a filosofia grega…? É uma pergunta aberta.

E ainda que aceitássemos que Ocidente caiu no caos Que há do império Romano de Oriente? Como se explica o famoso Corpus Juris Civilis de Justiniano, base sobre a que ainda se sustentam as leis de vários países, aquele código que dizia: “todos os homens nascem livres”.

O Império de Oriente nunca sucumbiu aos bárbaros indoeruropeos, senão que seriam os bárbaro do Islam que o destruiriam selvagemmente quase mil anos depois. Se alguém quer saber que tão selvageria que leia o capítulo 1 da Força “da Razão” de Oriana Fallaci, no entanto, bastará citar a História do Império Bizantino, de Vasiliev.

As fontes coincidem em afirmar que o saque da cidade, de acordo com a promessa feita por Mahomet a seus soldados, durou três dias com suas noites. A população sofreu implacáveis matanças. As igrejas, começando Santa Sofía, bem como os conventos, foram ultrajados e despojados, e se saquearam as casas particulares.

Naqueles dias fatais muitas obras mestras produto do espírito humano se perderam irreparavelmente. Muitos livros foram queimados, pisoteados ou destruídos, e outros se venderam a baixo preço. Segundo depoimento de Ducas, uma imensa quantidade de obras, empilhadas em carretas, foram dispersas por Oriente e Occidente.

Por uma peça de ouro se davam dúzias de livros de Aristóteles e Platón, tratados religiosos, etc. Arrancóse dos Evangelhos ricamente ornados suas partes de prata e ouro, e os Evangelhos em si foram queimados ou malbaratados. Prendeu-se fogo a todas as santas imagens e os turcos cozinharam seus refogados nessas fogueiras.”

Aqui ficam ao descoberto várias mentiras de uma sóla vez: os textos filosóficos dos que fazíamos referência se preservavam em lugares cristãos e próximos a Occidente como Constantinopla, e mais do que cuidados eram queimados pelas hordas mahometanas; estas mostravam ademais um rotundo desprezo pela arte, as outras religiões (como comentabamos aqui), e a vida humana…

E o que explica que os muçulmanos não se corrigiram até hoje é um livro chamado Alcorão, que transforma o ódio em dogma…).

E que me dizem os historiadores dhimmi do renascimento carolingio, e da Escola Palatina em Aquisgrán, vão-me a dizer que enquanto Carlos Magno combatia aos mouros lhes comprava livros…. como se explica que aqueles bárbaros também pensassem, que conhecessem a cultura grega e quisessem fundar uma nova Atenas… a ver como fazem as bases sua teoria com estou… por minha parte prefiro aceitar o que é evidente: a cultura clássica nunca desapareceu em ocidente, e o famoso renascimento andalusí é uma mentira criada por aqueles que alucinam quando veem o crescente do Islam ou escutam Allah Ruakbar !!! …

Que os muçulmanos não eram tão cultos nem refinados: vê-se no selvageria de suas conquistas. Na história do califa Omar, por exemplo, que queimou a Biblioteca de Alexandria no 634 seguindo o seguinte “raciocínio”: «Os livros da Biblioteca ou bem contradizem ao Alcorão, e então são perigosos, ou coincidem com o Alcorão, e então são redundantes» (história que os revisionistas de eurabia agora consideram um mito, mas bastante plausível).

Ou a mesma história do saque de Constantinopla. E em realidade, a raiz da selvageria está no Profeta mesmo: esse que, igual aos seus sucessores, só soube tentar imitar a Bíblia, e meter-lhe em meio sua ideologia do ódio… Esse Profeta que mandou a matar a mais de 300 judeus, o que inicia o anti-semitismo islâmico…

Pelo demais, teorias podem sair milhares, mas sua validez a determina quanto se ajustam à realidade. A teoria esta de que os muçulmanos eram tão cultos não explica a incapacidade de progredir do mundo islâmico, não explica que ainda vivam na idade média, não explicam seu ódio por todas as religiões e culturas, sua intolerância convertida em fé… Em todo caso isto não termina aqui…

Resumo: Rejeitado projeto de lei que legalizaria o aborto no Brasil.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Foi realizado no último dia 08/05 a votação do PL 1135/91, apresentada pelo governo Lula ao legislativo em 2005, que legalizaria o aborto no Brasil por qualquer motivo, durante todos os nove meses da gravidez.

O Deputado José Aristodemo Pinotti, juntamente com a Deputada Cida Diogo, apresentaram inicialmente seus votos a favor do projeto. O deputado Pinotti voltou a mencionar, para justificar seu voto, que houve diminuição do número de abortos nos países onde a prática foi legalizada. O argumento, constantemente repetido pelos promotores do aborto, é comprovadamente equivocado porque desconsidera os inúmeros casos dos países, inclusive no primeiro mundo, como é o caso da Inglaterra, Espanha, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelância, Canadá, e vários outros, em que após a legalização o número de abortos aumentou, continua aumentando ou até mesmo explodiu, em vez de diminuir.

José Aristodemo Pinotti, além de médico e deputado federal, é também desde os anos 70 membro do Board of Trustees do Population Council, entidade pertencente às organizações Rockefeller que, fundada em 1952, foi o cérebro que coordenou o desencadeamento internacional do controle populacional e da ofensiva atualmente vista a favor da implantação do aborto em todo o mundo.

Em seguida, depois haverem sido rejeitados sucessivos requerimentos para adiar a votação, os deputados que já haviam apresentado seus votos a favor retiraram-se do plenário, sendo substituídos pelos respectivos suplentes.

REALIZADA A VOTAÇÃO, O PROJETO DE LEI QUE LEGALIZARIA O ABORTO NO BRASIL, DESDE A CONCEPÇÃO ATÉ O MOMENTO DO PARTO, FOI REPROVADO POR UNANIMIDADE DE 33 VOTOS CONTRA ZERO.

Para Rir Um Pouco

Hoje publiquei um artigo com o bom comentario de um muçulmano, então resolvi publicar este outro artigo para ser um contraponto aquele, neste post irei transcrever os comentarios mais absurdos enviados a este Blog….

OBS: As partes em vermelho são acrecimos meus.

Naurerlaia
epelona_02@yahoo.com.br | 41.220.169.164

O escritor desse artigo merece um castigo bem severo por calunia e defamação do sagrado e amável profeta de Deus mas porem se ate hoje não foi feito tal castigo deixa-se ao critério do Unipotente.

Se não sabe pergunta para saber a verdadeira origem deste profeta.

From A vida de Muhammed: uma verdade inconveniente, 2008/04/24 at 10:32 AM

Mahmoud
turconline@hotmail.com | 189.63.252.177

Verdade, menos um covarde no mundo! Uhuuu!!!Engraçado hj são mortos menos covardes do que antigamente: No Holocausto mataram milhões de covardes, nos tempos de hoje a gente comemora quando matam apenas um…Que coisa…

From Menos Um Verme Covarde no Mundo!, 2008/04/02 at 3:04 PM

Mahmoud
turconline@hotmail.com | 189.63.252.177

Verdade, esse é um erro…Ao invés da vida da mulher valer a metade, acho que seria muito mais interessante e coerente se a vida dos Judeus valessem quase nada…

From Vida da mulher vale metade que a do homem sob a lei do Irã, 2008/04/02 at 2:45 PM

Mahmoud
turconline@hotmail.com | 189.63.252.177

Achei bonito esse ato, espero que simbolize o respeito á liberdade religiosa. Parabéns aos cristãos pela conquista! (Em comentário anterior ele diz que a vida dos judeus deveria valer quase nada e depois diz que liberdade religiosa é boa)

From Milhares de cristãos assistem à primeira missa em igreja do Qatar, 2008/04/02 at 2:38 PM

Mahmoud
turconline@hotmail.com | 189.63.252.177

Verme é você e o seu povo asqueroso e covarde, judeu de merda!(Este tem obcessão por judeus.)

From Hamas acusa Egito de torturar militantes, 2008/04/02 at 2:14 PM

TATIANA
tatisatcar@bol.com.br | 201.5.54.127

poxa !!!!!!!! Eu estou procurando o antigo islamismo e só tem o atual .e eu crente que aqui tinha !!!! Eu preciso entregar a minha pesquisa logo !!!!!!!!!!!!!! Nunca mais entro nesse site .É a primeira e última vez !!!!!!!!

From Uma Introdução ao Islamismo, 2008/03/29 at 4:45 PM

Esfinge
gestapo88@hotmail.com | 189.13.213.54

Gostei do texto pois fez com que eu risse bastante, quem nunca leu um livro revisionista e vive acostumado com o que a mídia prega acerca dos judeuzinhos inocentes sem dúvida concorda com tudo que está escrito,difícil é discutir com um historiador sério a respeito deste assunto pois a verdade vem a tona mesmo que tentem esconder, aliás, para seu desespero é cada vez maior o número de pessoas que conhece o outro lado da história…

seu site é ridículo e este artigo também

O HOLOCAUSTO É UMA FARSA(Sem comentarios)

From Como Ser Um Estudioso Revisionista, 2008/03/26 at 7:06 PM

Brasil contra o fascismo sionista judaico
http://jos.dooi.com.br | jos.do@oi.com.br | 189.13.48.108

VEJAM SÓ! O FASCISTA(Que eu saiba fascista é uma pessoa nacional socialista, como pode eu ser socialista se já fiz vários posts contra o socialismo ? Mais demonstrações de nosso caro fanático muçulmano ,de que ele não tem compromisso com a verdade.) DO ALEXANDRE QUEIROZ DE OLIVEIRA(K2ALEXANDRE),SIONISTA ODIOSO E ANTICRISTÃO,QUEDOU-SE COM A CONSCIÊNCIA PESADA E ESTÁ EXIBINDO AGORA A AVE MARIA,DE GOUNOD.
ESSES JUDEUS SAFADOS,NÃO TEM MESMO VERGONHA NA CARA E SÃO VENENOSOS,PERIGOSOS COMO ESCORPIÕES E SERPENTES.
SERÁ QUE JÁ PARARAM DE CUSPIR NA CRUZ E NA PORTA DAS IGREJAS ?
SERÁ QUE JÁ PARARAM DE OFENDER A MEMÓRIA DE JESUS CRISTO,CHAMANDO-O DE BRUXO E OUTRAS INVERDADES?

From Gounod - Ave Maria, 2008/03/20 at 3:01 AM

Sifucked
pedro.abreu@bol.com.br | 189.47.255.241

KSAOPSKAOPKSAPO
Que foda, vo começa a faze isso com meus filhos :)
mas não mostraram o resto do mlk quando passaram o carro encima do braço dele, queria ve ele gritando *-*

From Indignação, 2008/03/16 at 11:04 PM

Salah al-Din
salah@hotmail.com | 80.246.106.4

Viva o Glorioso Hezbolah, que derrotou 30.000 amélias das SS Tsahal no Verão de 2006 !

From Muçulmanos do Brasil, Paraguai e Argentina Unidos Para Financiar o Terror., 2008/03/07 at 11:32 AM

Salah al-Din
salah@hotmail.com | 80.246.106.4

Este blogue é de nazi-sionistas a soldo da MOSSAD e da CIA… Fogo nesta canalha !

From Muçulmanos do Brasil, Paraguai e Argentina Unidos Para Financiar o Terror., 2008/03/07 at 11:31 AM

Bill Hewwari
leevix27@yahoo.com.br | 201.57.3.169

JUDUES E MUÇULMANOS NAO COMEME PORCOS PQ FI OFICIALMENTE PROBIDO POR DEUS (ALLAH)
Plavra de ALLAH é indiscutivel , quando ALCORAO fala uma coisa é verdade absoluta . Os Judeus nao comem porco pq eles sabem que vao comer um judeu transformado em porco é fato que os muçulmanos sabem ..voce deve ficar chorando ao ver porcoss mortos ne ALEXANDRE???
TA na hora de informar os cristaos que porcos e macacos eram JUDEUS e por iss o DNA dos macacos é semelhante a dos judeus .
1- Já sabeis o que ocorreu àqueles, dentre vós, que profanaram o sábado; a esses dissemos: “Sede símios desprezíveis!” Alcorão (2:65 .)
2-Dize ainda: Poderia anunciar-vos um caso pior do que este, ante os olhos de Deus? São aqueles a quem Deus amaldiçoou, abominou e converteu em símios, suínos e adoradores do sedutor; estes, encontram-se em pior situação, e mais desencaminhados da verdadeira senda. Alcorão ( 5:60)
3-E quando, ensoberbecidos, profanaram o que lhes havia sido vedado, dissemos-lhes: Sede símios desprezíveis! Alcorão (7:166)

From Para Muçulmanos é Crime Colocar duas Rodelas de Bacon dentro do Alcorão ., 2008/03/05 at 11:40 PM

Preussen
preussen@vaidarabundajudeudemerda.com | 189.5.102.41

lixo de texto sionista

From Allah Hu Akbar e o Povo na Miseria, 2008/03/02 at5:10PM

Preussen
preussen@vaidarabundajudeudemerda.com | 189.5.102.41

você é um lixo sionista. O verme covarde aqui é você.

From Menos Um Verme Covarde no Mundo!, 2008/03/02 at 5:06 PM

BRASIL SAÚDA A INDEPENDÊNCIA DE KOSOVO !
http://jos.dooi.com.br | jos.do@oi.com.br | 189.13.141.150

K2 ALEXANDRE,OU ALEXANDRE QUEIROZ DE OLIVEIRA,VOCÊ É UMA BICHA LOUCA INCORRIGIVEL E NÃO PERDEU O PÉSSIMO COSTUME DE TISNAR A HONRA DOS PAÍSES E DAS PESSOAS.

VOCÊ QUER SABER ? ESSE NEGÓCIO DE VIADO, É COISA ADMIRADA E PRATICADA POR VOCÊ E SEUS AMIGOS AQUÍ NO BRASIL. POIS, NA ARÁBIA SAUDITA VOCÊS LEVAM É UMA CENTENA DE CHIBATADAS NESSAS BUNDAS DE PUTAS DECAÍDAS SIONISTAS REACIONÁRIAS.(Ele confessa que em territórios Islâmicos homossexuais são açoitados somente por serem homossexuais, e ele acha isso bonito.)

From Depoimento de Muçulmana a Cerca da Arábia Saudita., 2008/02/20 at 3:48 AM

Bill Hewwari
leevix27@yahoo.com.br | 189.36.161.18

Vamos la respondo um por um :
1-Disse o Imam Baqir (A): “É compulsório para cada muçulmano ocultar até mesmo setenta grandes pecados dos seus irmãos muçulmanos”.
Esse nao existe no Islam voce trou isso de um livro falsificador Judeu
2-Disse o Imam Amir al-Muminin Ali (A): “Aceitai as desculpas do teu irmão muçulmano. ( a ultima parte inventada) mas aceitar as desculpas um ato humano .perdoar melhor do que punir e vingar .( nao duas pessoas que se discordam contra isso )
3-Disse o Imam Amir al-Muminin Ali (A): “A pior forma de traição é propagar uma informação confidencial”.
Divulgar informaçoes confidecias é uma traiçao e considerada traiaçao em todas as leis do mundo .O governo do Israel mandou prender VANUNU- cientista nuclear - depois de ter se escondido em Australia ,levaram ele de volta para Isael e foi condenado a morte por propagar informaçoes confidencias .
4-Disse o Imam Amir al-Muminin Ali (A): “Admoestar (o outro) na presença das pessoas constitui na realidade uma humilhação para ele” (Portanto, você deve falar com ele em particular).

Nao vejo nada errado nisso ,e´ua forma mais educada e humana do que fazer escandalos e divulgar o que o outro esta passando .(justamente por isso que eles escondem os crimes de seus irmãos de fé como Terrorismo, assassinatos,etc …)
5- Disse o Imam Sadiq (A): “Entre as ações mais amadas para Deus, Imponente e Majestoso, está o feito de provocar a alegria de um crente,(Alegria de UM CRENTE, Preste atenção ao detalhe, tudo isso é destinado aos muçulmanos SOMENTE, quanto aos não muçulmanos o tratamento é completamente outro..) tal como: saciar sua fome, remover sua aflição ou pagar sua dívida”.
o que tem errado aqui Sr.desviado ?
a-Existe um ato mais humano do que saciar o ofme de uma pessoa? melhor chamar ela de cachorra como na sua TORAH ?

b- Existe uma forma melhor do que dar mao para uma pessoa aflita ? Nao é humano estender a mao para quem precisa ?
Isso nao é melhor do que agira conforme sua TORAH exterminando as pessaos aflitas ?
c- Pagar uma devida de uma pessoa que nao pode pagar nao é um ato muito humano ? nao acha melhor do que exterminar essa pessoas pela devida ??
vai aprender filho

From É Dever dos Muçulmanos Esconder os Crimes de Seus Irmãos de Fé ?, 2008/02/11 at 2:42 AM

mundoislamico
84.104.62.146

Ahmadinejad é um grande e nobre líder! Que Alah esteja com o sábio presidente iraniano hoje e sempre!

From O que os Muçulmanos pensam de Ahmadinejad., 2008/02/02 at 10:03 PM

Paula
amiramussa@gmail.com | 201.76.236.119

A pessoa que escreveu esta materia realmente não sabe nada a respeito do Islam. Antes de publicar uma materia como esta, deve-se estudar profundamente, e não somente escrever o que acha ou se baser em qualquer notas de revistas ou jornais.(É sempre a mesma historia, só afirmam que não o interlocutor não sabe nada, tentam o desqualificar, entretanto refutar que é bom NUNCA.)

From Despertando Ante o Islamismo, 2008/01/17 at 10:31 AM

hussein
hawsantos@yahoo.com.br | 200.232.165.147

este blogue e uma merda…espero que nao dure muito tempo

From Sobre, 2008/01/03 at 4:51 PM

Reginaldo
egihis@yahoo.com.br | 200.150.44.160

Voc~es que comentaram são todos uns idiotas. A imagem não vêm com a noticia vinculada, ela pode se referir a uma barbárie que chamaram o presidente pra ver, quem montou esse site manipulou a imagem. Vocês é que são bárbaros e estupidos hehehehe não conseguem perceber a manipulação??

From Como São Tratados Homosexuais em Governos Islâmicos., 2007/12/23 at 7:27 PM

arnoldo
arnoldosan@gmail.com | 189.6.109.26

Esse site, para ficar completo só falta divulgar seu logotipo escondido nas entrelinhas: A suástica Nazista com a bandeira americana de outro lados, seus reaças,subservientes e puxa sacos de americanos

From CARTA ABERTA AOS MILITARES, 2007/11/15 at 3:51 PM

Já tem muita coisa para vocês se divertirem, vou parar de colocar estes comentários, vou tentar me preparar-me psicologicamente para continuar a seleccionar mais comentários para rirem um pouco mais.

Comentando o Comentario.

Um rapaz que se nomeia Lucas Saad, me enviou um comentario a um post.

Aparentemente pode parecer um post normal, entretanto há um fato muito pertinente no post deste rapaz, este foi o primeiro muçulmano que deixou um recado neste blog,  desejando que Allah tenha piedade de min(piedade que eu não faço questão…), entretanto este fato isoladamente não é suficiente para se aferir o significado deste ato.

Este blog possui mais de 305 posts bloqueados, em sua gigantesca maioria são todos posts de muçulmanos, me ameaçando de morte, dizendo que vão me processar, etc …. O mais incrivel é que dentre mais de 300 recados de muçulmanos apenas UM, tenha suplicado a Allah que conceda-me o perdão.

Veja então caro leitor a cabeça da maior parte dos muçulmanos, a maior parte deles simplesmente, preferiu proferir a mim as piores ofenças, maldições, ameaças,etc …

Então vamos considerar o Senhor Lucas Saad como um bom muçulmano(Se seja possível existir isso.), pelo seu bom ato, e os restantes com maus. Então podemos agora fazer uma comparação de quantos muçulmanos são RUINS, beligerantes, contra a liberdade de expressão, vingativos, ,etc , e quantos são bons.

305 recados de maus muçulmanos .

1 recado um bom.

Fazendo uma regra de três simples

305————-100%

1——————-x

O resultado será x = 0,37%

Com isso podemos afirmar que segundo a experiência, apenas 0,37% dos muçulmanos são bons, enquanto 99,67% dos muçulmanos são maus.

Então aos que reclamam que eu estou generalizando quanto aos muçulmanos, agora fica explicado  eu falo somente dos 99,67% deles ou seja os 99,67% de muçulmanos que não prestam segundo esta experiência.

Conclusão, segundo a experiência aqui mostrada, 99,67% dos muçulmanos são maus.

Veja o Post do Referido Rapaz.

Totalmente desrespeituoso o seu comentário, devemos respeitar qualquer religão em qualquer momento, o islãmismo não prega a guerra, nem a ignorancia, isso fica pra alguns sejam eles cristãos, muçulmanos ou judeus.

Mas que Allah( O Clemente, o misericordioso) tenha compaixão da tua alma, pos me parece crer nas besteiras que fala, e a sua fé ja merece salvação no dia do juizo final. (negrito meu.)

Allahu Akba
Lucas Saad

Al Salam aleikum

Homenagem à Família.

O pedido da Alemanha para ajudar cristãos do Iraque foi rejeitada pela presidência eslovena da União Européia.

Motivo: “Eu acho que o direito de asilo deve ser concedida sem consideração de raça ou religião”, disse o ministro do Interior Esloveno Draguitn Mate. Enquanto os cristãos do Iraque estão a sofrer um tratamento abominável(400 000 tenha migrado para o norte no Curdistão ou nos países vizinhos para escapar à conversões forçadas, ameaças, assassinados, ataques contra igrejas e a as suas casas … é a sua nova condição de Dhimmi(Estatuto de homem inferior, imposto aos muçulmanos aos judeus e cristãos.))

Demorou 5 dias para tomar tal decisão: quase um recorde, mas a ideologia se mostra bastante forte, a opor-se a Comissão de Direitos do Homem e as Provas Irreputaveis de que os cristãos no Iraque são os que mais sofrem com a guerra !

Sob a tutela da Eslovênia, nem a UE nem mesmo os países membros poderão agir de outra forma para agir de outra forma, de forma a ajudar os cristãos do Iraque .

Redeker e a Esquerda Europeia

Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
Redeker e a esquerda europeia
Até há dois anos, Robert Redeker, um típico intelectual oriundo da esquerda francesa, pacato professor de Filosofía e membro da redacção do «Le Temps Moderns», (revista de esquerda, fundada por Sartre), era um homem livre e escrevia artigos de opinião sob os mais variados temas.
Em 19 de Setembro de 2006, Redeker publicou no «Le Figaro», um artigo que lhe virou a vida do avesso e o transformou num homem acossado, refugiado na sua própria terra, sob protecção policial, ameaçado de morte pelos terroristas islâmicos.
Redeker “abusou da liberdade de expressão” e escreveu que o Islão ameaça a civilização ocidental, não sendo o Ocidente capaz de reagir à intimidação, porque está refém intelectual do multiculturalismo e do relativismo cultural.
O artigo desencadeou uma tempestade nas ruas, na media e nos círculos académicos. Vários países muçulmanos proibiram a sua publicação, choveram os insultos de islamofobia e racismo.
Alguns intelectuais franceses (André Glucksmann, Elizabeth Badinter, Bernard Hebry Levy, etc), honra lhe seja feita, saíram a terreiro em defesa de Redeker, mas a maioria das reacções confirmou a sua tese.
O Partido Comunista insurgiu-se; os sindicatos socialistas fizeram questão de comunicar que não partilhavam as convicções de Redeker; organizações de direitos humanos conotadas à esquerda, referiram-se à suas opiniões como “irresponsáveis e pútridas”
O professor Pierre Tevanian, que faz a ponte entre a extrema-esquerda francesa e o islamismo, uma espécie de versão francesa do Dr Miguel Portas, declarou que Redeker era ”racista” e instou a sua escola a puni-lo.
Vários média convidaram Redeker a “pedir desculpa” e até o corpo editorial do “Le Monde” classificou o artigo de Redeker como “insultuoso e blasfemo”, alegação extraordinária que pressupõe a inacreditável ideia de que até os não muçulmanos têm de respeitar como sagradas as crenças dos muçulmanos, passíveis apenas de veneração, jamais de crítica ou investigação.
A reacção da esquerda repete-se por todo o continente a cada episódio semelhante e demonstra que quando tema é o Islão, a liberdade de expressão claudica, não nos limites da lei, mas na zona cinzenta de um novo/velho conceito a que os seus proponentes chamam “bom senso”, cuja definição coincide basicamente com o senso dos que o invocam, imunes ao facto de haver no planeta pelo menos 6 biliões de seres que consideram, cada um deles, que o “bom senso” é o seu senso.
Trata-se, na verdade, de racionalizar a hipocrisia. Face ao Islão, parte do mundo académico, da esquerda e da comunicação social perde a combatividade e exibe atitudes que vão do silêncio respeitoso e comprometido ao apoio entusiástico e militante.
Esta amálgama apaziguadora assegura que a progressiva islamização de vastos subúrbios da Europa não encerra em si nenhuma ameaça, e desliza abertamente para a manifestação de simpatia aberta com o Hamas, o Hezbollah (somos todos Hezbollah!) e o Irão.
Adoptou imediatamente o conceito de “islamofobia”, inventado pelos aiatolas iranianos e, tal como eles, usa-o para deslegitimar todos aqueles que se atrevem a discordar.
Como escreveu o próprio Redeker, partir da sua vida em cacos, “eu nunca pensei que isto pudesse acontecer na França. Não posso trabalhar, não posso ir e vir, e tenho de viver escondido. De certo modo os islamistas conseguiram punir-me no território da República, pelo delito de opinião”
Publicada por O-Lidador

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